Chegamos em Lisboa as 23 e 30 (horário local), não tivemos problemas na imigração. Entramos, recebemos o carimbo e seguimos direto.
Ressalta-se apenas um detalhe: o aeroporto é enoorrrrmmmeeeeeee. Não consegui passar um momento sem pensar que pelo tanto que eu andei e desci escadas eu já devia estar chegando em Natal novamente...
Um detalhe básico disso é só que, como não estávamos com alguém da TAP nos guiando, facilmente nos perdemos tendo de perguntar a cada esquina para onde continuávamos andando.
Para entenderem a gravidade da coisa vale salientar que passei a viagem vendo um filme/desenho de um menino chamado Artur que se torna um desenho pequenino e vi a versão em “português” e inglês e já aviso: inglês é beeemmmm mais fácil!!!
Agora são 0h e 23minitos (horário local) e estamos no ônibus esperando este partir (uma vez em que acho que tem muitos perdidos já que até gente do nosso vôo voltando para o check-in eu vi)
Agora com o ônibus partindo pensei se não ficou alguém,uma vez em que nomes não foram conferidos, mas honestamente deixa o ônibus ir porque disseram que no hotel tem comida e eu ainda estou com fome.
Só para lembrar a mim mesma o ônibus sai amanha as 5 e 30 ou seja acordar entre 4 e 4 e 30.... Para que eu vou dormir mesmo?
O percurso para o hotel não foi muito longo, mas, já deu para notar alguns detalhes bem parecidos com Natal, como uns viadutos bem similares a construção do quarto centenário, combinando com as escadas rolantes que até a marca é a mesma da do Natal Shopping, mas devo dizer que as semelhanças extremas até então pararam por ai.
Salvo alguns monumentos e locais com uma moderna arquitetura, (estes inclusive saltando aos olhos como uma luz neon frente a aqueles que nunca enxergaram) tudo parece um misto de arquitetura num tom envelhecido que, chamem de mal de Natalense em cidade um pouco que seja mais antiga, mas, eu acho realmente lindo.
As diferenças até então não tem sido tão gritantes do resto do Brasil (salvo porém que em quase todo ponto de ônibus tem um pôster anunciando HARRY POTTER NO CINEMA ta ta parei) mas gostei do tom antigo da cidade, tem me parecido encantador.
Quanto ao povo, embora tenham me parecido levemente mais ríspidos que os brasileiros (conforme esperado) estes me renderam ótimos momentos e algumas risadas (obrigado portugueses por fazerem meu dia mais divertidos) como a contratada da TAP que contava cantando 52 passageiros em um ônibus sobrando espaço e de 49 vagas. Diga-se de passagem que depois que até o motorista desistiu dela, agradeci aos céus por não ter lembrado deles olharem as pessoas por nome.


